Deitada sobre meu peito nu
E em total deleite
Ao surpreender-se com o sol
Invadindo o meu quarto sem,
Sequer,
Pedir passagem.
E um sorriso sobrepõe sua face
Algo improvável,
Apesar do desempenho.
Ah, sim!
É claro!
Como pude, eu, esquecer?
As promessas.
As tão belas e sinceras promessas.
E agora?
Como dizer que os sonhos,
As poesias e o “para sempre”
Apenas consistiam
Até o término da noite?
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